
(Imagem da Net)
Tu que, do nada, me chegaste
de mansinho,
que me pegaste pela mão
e, sorrateiro, te aninhaste
em meu coração...
Tu que me falaste
de amor e carinho
e dividiste comigo a emoção...
Tu que me libertaste
a acorrentada imaginação
e, algures no tempo, me amaste
com ternura e paixão...
Tu que, com jeitinho,
me transformaste
com devoção...
Tu que o caminho
de Deus me mostraste
como salvação...
Tu, meu irmão...
TU...
Porque me abandonaste?...
3 comentários:
Dário
Fazer parte do grupo de blogs mais prestigiados vistos no Brasil é uma honra para mim. Aceito e agradeço de novo o selo com que me presenteia.
Não te abandonei. Como poderia, sem me abandonar também!?
Porque me fazes, então, beber deste cálice de eterna amargura?
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