
Esguias, rebuscadas, solenes
são promessas em campos de fé,
inextinguíveis, perenes,
sólidas pirâmides de Gizé,
as musas que concernes.
Como nos contos de fadas
são príncipes e princesas
das histórias na infância contadas.
São como velas acesas
no altar de imagens idolatradas.
Bruxuleiam tais estrelas cadentes
em linguagem histérica, gestual
envolvidas em mistérios prementes,
premissas dum ser genial
que em ti se escondem latentes.
Nimbos em radiosos arcos de luz
circundam teu pensamento
que em melopeia se traduz.
Buscas na caneta, o esquecimento.
escreves, gemidos de poeta...por tua cruz.






















