quinta-feira, 6 de junho de 2013

Agradecimento




Agradecimento:

- Aos nossos amigos dos tempos de Angola, na maioria do Lobito e Nova Lisboa;

- Aos amigos e colegas do meu pai, quer do Banco de Angola, quer do C.F.B., quer da C.G.D.;

- Aos nossos amigos e familiares da África do Sul, Lisboa, S. Pedro do Sul, Tondela, Barrancos, Stº António Cavaleiros e aos também espalhados pelos quatro cantos do mundo;

- Aos vizinhos e amigos das atividades e c...oletividades em que os meus pais participavam;

- A toda a equipa pedagógica que presta apoio à minha irmã;

- Aos meus colegas e amigos da RTP;

- A toda a nossa família;

- Aos profissionais de saúde que, no Hospital Beatriz Ângelo, acompanharam os últimos dias do meu pai;

- Aos meus amigos e poetas aqui do Facebook com quem partilho momentos, amizade e poesia.


Na impossibilidade de responder individualmente a todas as mensagens de condolências que no Facebook, presencial e telefonicamente me deixaram, pela partida terrena do homem de que muito me orgulho ter sido o meu pai, quero agradecer a todos o gesto, o carinho, a força que cada uma delas transmitem a mim e à minha família.


Do fundo do coração um enorme obrigada.

Um beijinho a todos.



Isabel Branco







quarta-feira, 5 de junho de 2013

LUTO



É de dor e luto a minha hora...esta madrugada o meu pai partiu para a sua viagem final depois de meses em grande sofrimento.


A todos os meus e seus amigos e colegas, informo que:

Joao Dos Santos Branco faleceu esta madrugada e que o seu corpo irá para a Igreja de Stº Antº dos Cavaleiros a partir das 16h de hoje. O funeral seguirá amanhã (depois da missa - penso que às 15h30) para o Cemitério de Camarate com cremação às 17h.

Obrigada e um beijinho.

Isabel Branco


quarta-feira, 15 de maio de 2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Tanto cravo...




Tanto cravo cravado
com cravos de vergonha...
Tanto cravo encarnado
na miséria que nos empeçonha!!!
Tanto cravo amargurado
numa cruzada enfadonha...
Tanto cravo subjugado,
escravo da liberdade que sonha...
Tanto cravo amarfanhado
noutra madrugada medonha!!!



Isabel Branco



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Rasguei...




Rasguei todas as cartas que te escrevi,
amarelecidas cópias das que te enviei
e aquelas que nunca leste
e na gaveta guardei!
Destrui  todas as fotografias
que me ligavam a ti.
Memórias que já esqueceste,
tristezas, ânsias e alegrias
uma a uma...queimei.
Apaguei as nossas mensagens,
o teu rosto do computador deletei
e teu nome do meu dicionário risquei...!
No porão da alma,
arrumei as emoções que senti...
Mas...a  tua existência, porém,
não se me desapega do pensamento!
Quis esquecer o amor,
apagar de vez a dor...
dar, à vida que me resta, outra cor!
Foge-me o tempo...
entre páginas de vento
e murmúrios de mar!
Foge-me a lágrima furtiva
entre saudade e desenganos
no silêncio de tantos anos.
Foge-me o sonho, o momento
entre livros ...Ah! Os livros...
que escrevi  para te lembrar
o quanto te amei...
e que...da minha alma,
incólume, jamais te rasgarei,
ainda que me fujas tu também
e a minha voz te pareça agora
um breve, muito breve
e passageiro lamento.


Isabel Branco