sábado, 7 de agosto de 2010
Limelight - Julio Iglesias e Trio Irakitan!!!
(Baixe o som da Rádio no fim da página para ouvir este video)
Limelight - Julio Iglesias e Trio Irakitan!!!
Clipe com cenas do filme. Limelight, que se passa em Londres, no ano de 1914, às vésperas da I Guerra Mundial. Mas foi filmado no Estados Unidos.Este foi o ano em que Chaplin realizara seu primeiro filme. Calvero (Chaplin), um palhaço de teatro bastante famoso,
mas agora um bêbedo contumaz, salva de tentativa de suicídio uma jovem dançarina chamada Thereza, mas de nome artístico Terry (Claire Bloom). Servindo-lhe de enfermeiro até recobrar a saúde, Calvero ajuda Terry também a recuperar seu amor-próprio e retomar a carreira. Ao fazer isto, também ele retoma sua auto-confiança, mas suas tentativas em novamente atuar são fracassadas.Terry declara que deseja casar-se com Calvero, apesar da diferença de idade entre ambos. Entretanto, ela tinha ajudado um jovem compositor, Neville, que Calvero acredita ser um melhor companheiro para ela. A fim de permitir que o romance entre ambos ocorra, Calvero sai de casa e torna-se uma artista de rua.
Terry agora estrela seu próprio espetáculo e, por acaso,
encontra Calvero, persuadindo-o a voltar aos palcos para
uma apresentação beneficente. Junto ao seu antigo parceiro (Keaton), Calvero realiza uma volta triunfante,
mas sofre um ataque cardíaco e morre, a poucos passos de Terry que, no segundo ato da peça, dança no palco.
O fundo musical, maravilhosamente interpretado po Julio Iglesias, com a linda canção Candijeras e o Trio Irakitan, da mesma forma sensacional, Luzes da Ribalta.
Ribalta, palavra feminina de origem italiana, significa uma fila de luzes à frente do palco, entre o palco de boca e o lugar destinado à orquestra.Limelight e Candijeras são traduções em inglês e espanhol.
Puedo escribir los versos mas tristes esta noche.....
Puedo escribir los versos mas tristes esta noche.....
(Baixe o som nos fones da R.Nostálgia no fim da página para ouvir este video)
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
História de um Amor
Ana Gabriel & Júlio Iglésias - História de un Amor
Para melhor ouvir este video baixe o som da Rádio Nostalgia no final desta página
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Na Tua Nudez

(Imagem da Net)
Expões-te...
Desnudas-te...
Publicas-te em fotos...
Das pudibundas partes te mostras...
Vestido apenas de afectos
dás-te enquanto homem,
e, ainda que, grotescamente,
pretendas afirmar o contrário,
inteiro te entregas ao conflito da razão,
do ser, do sentir, do corpo e do coração!
E... vences distâncias...alcanças a fonte,
renasces...
na simplicidade do gesto,
na inocência da dádiva,
na masculinidade da expressão...
Tântrica, gratuitamente,
da bruta lava incandescente
serenas e acalmas
o púbico monte,
espalhando na nudez a ilusão
e o gosto agridoce da saudade!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Apego
sábado, 19 de junho de 2010
Até sempre Saramago

Um até sempre Saramago
Retrato do poeta quando jovem
Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.
Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,
Ondas brancas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.
Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.
Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.
José Saramago
Retrato do poeta quando jovem
Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.
Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,
Ondas brancas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.
Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.
Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.
José Saramago
quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ah!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Quiçá...Quiçá...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Regressos

Parei no tempo
absorta e distraída,
esqueci meus versos ao acaso
na vigília das horas imprecisas...
Banhei-me das águas estagnadas
que ainda me circundam
e quase, quase me afoguei...
Gritei por socorro
sofri, chorei
mas, apenas me responderam
milhentas vozes caladas...
Pudera...
Se de mim própria fui esquecida!
Abracei-me de ideias suicidas,
redemoinhei... gritei, gritei...
e... reinventei-me Fénix renascida.
Na areia húmida da praia
apagam-se, já indefinidos,
os sulcos distantes dos meus pés...
Nova caminhada principia!
Outro horizonte minha alma suaviza
e, aos poucos... aos pouquinhos,
das vestes lamacentas
o corpo se vai despindo!
absorta e distraída,
esqueci meus versos ao acaso
na vigília das horas imprecisas...
Banhei-me das águas estagnadas
que ainda me circundam
e quase, quase me afoguei...
Gritei por socorro
sofri, chorei
mas, apenas me responderam
milhentas vozes caladas...
Pudera...
Se de mim própria fui esquecida!
Abracei-me de ideias suicidas,
redemoinhei... gritei, gritei...
e... reinventei-me Fénix renascida.
Na areia húmida da praia
apagam-se, já indefinidos,
os sulcos distantes dos meus pés...
Nova caminhada principia!
Outro horizonte minha alma suaviza
e, aos poucos... aos pouquinhos,
das vestes lamacentas
o corpo se vai despindo!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Festa da Flor 2010 - Parabéns Madeira
Parabéns à equipa da RTP - Baião, Tânia, Malato e todos os que estiveram por trás desta transmissão. Parabéns Madeira, por este espectáculo de flor, cor e amor.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Limelight - Piano
Ao fim duma manhã chuvosa,
um telefone que toca,
uma voz rouca que nos reconforta e anima
e depois...
um som de piano que cresce,
e nos leva algures onde o coração ficou...
Oiço Luzes da Ribalta...e mais nada!
Meu Deus! Fecho os olhos e tudo acontece.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Voltam as Andorinhas...

(Imagem da Net)
Voltam as andorinhas
aos beirais do desassossego...
Do sol, do azul, das flores
graciosas vizinhas
aconchegam o segredo
de novos e velhos amores!...
É vê-las, bandos de alegria,
beijando os hábeis ninhos,
esquivas asas de promessa
num gorjear que anuncia,
entre lilases e linhos,
que a Primavera recomeça!...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Parcos Instantes...

(Imagem da Net)
Falámos de tantas coisas
num hiato temporal
entre o ser e o estar!
Entre o bebericar do café
e o alheamento das vozes
que ensurdecedoras nos rodeavam
olhámo-nos sorrindo,
cúmplices dos anátemas da poesia,
estigma que nos persegue
e nos purifica...
Navegámos nos mares dos nossos prantos
e aportámos as ilhas
do nosso contentamento...
Humildemente admitimos
a dor das horas insípidas!
Os fracassos...o que deixámos de viver...
As loucuras...os devaneios...
As sombras, os risos, os medos,
as longas estradas percorridas,
os sulcos, as fendas
nos nossos rostos esculpidas,
as feridas abertas e não lambidas...
Parcos instantes...
em que tanto foi dito
sem o poder das palavras,
entre o mistério dos afectos
e o arrepio corporal...
Parcos instantes...
de que, ainda, ouço os violinos
como fundo musical...
Falámos de tantas coisas
num hiato temporal
entre o ser e o estar!
Entre o bebericar do café
e o alheamento das vozes
que ensurdecedoras nos rodeavam
olhámo-nos sorrindo,
cúmplices dos anátemas da poesia,
estigma que nos persegue
e nos purifica...
Navegámos nos mares dos nossos prantos
e aportámos as ilhas
do nosso contentamento...
Humildemente admitimos
a dor das horas insípidas!
Os fracassos...o que deixámos de viver...
As loucuras...os devaneios...
As sombras, os risos, os medos,
as longas estradas percorridas,
os sulcos, as fendas
nos nossos rostos esculpidas,
as feridas abertas e não lambidas...
Parcos instantes...
em que tanto foi dito
sem o poder das palavras,
entre o mistério dos afectos
e o arrepio corporal...
Parcos instantes...
de que, ainda, ouço os violinos
como fundo musical...
segunda-feira, 15 de março de 2010
Meu Gémeo Poeta

(Imagem da Net)
Meu gémeo poeta
esgotado adormeceu.
Não! Não... Ainda não morreu!
Descansa, apenas, das sensações
buscando no sossego outra meta.
Do conflito das emoções
une os fios da ténue teia...
Arrumou a caneta,
serenou o pensamento
e dorme... dorme...
Numa qualquer manhã
Fénix acordará
e rejuvenescido de intenções
seus versos, de novo, escreverá!
Dorme...dorme...
meu gémeo poeta,
outro lado do meu eu!
quarta-feira, 3 de março de 2010
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